quinta-feira, 6 de maio de 2010

Goldwing

Olá, cá estou eu outra vez com um trabalho feito em folha de estanho.
Fui solicitado para fazer a composição do emblema das motos Goldwing com a inicial do nome do presidente do Gold Wing Klub CZ, senhor Vlastík.
Posteriormente colocarei a foto do trabalho concluído, isto é, com a respectiva moldura.

domingo, 18 de abril de 2010

Benfica


Ora cá estou eu, depois de algum tempo de ausência.
Desta vez foi um pedido da Gisela Pires, minha grande amiga, o qual não podia deixar de aceitar. Ela pediu e eu fiz para ela oferecer a alguém, o rótulo de uma garrafa de vinho com o emblema do glorioso.

sábado, 6 de março de 2010

Fonte da Cruz

Estando previsto para o presente ano a minha participação em duas exposições, uma em Évora e outra em Viana do Alentejo, imaginei participar com trabalhos que mostrem os monumentos a visitar na vila de Viana.
Assim comecei pela Fonte da Cruz, que mata a sede a quem passa.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Havaiana

Mais uma tarde em casa e mais um trabalho em pirogravura.
O mal é começar, depois é querer chegar ao fim para ver o resultado, entretanto a tarde está passada e mais um dia que dei descanso à bike e ao corpo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cabaça

Raphael "O Pensativo", deves conhecer bem este desenho.
Tirado de uma foto tua, que serviu de capa ao CD do grupo de música popular "Alemcanto", só espero que não te zangues comigo.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cabeça de cavalo

Passado um dia e meio de férias e está mais uma obra feita, desta vez uma cabeça de cavalo, mas em folha de estanho.
Agora só falta colocar na moldura e fica finalizada.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Monte do Seisseiro

Ora aí temos mais um trabalho em pirogravura, desta vez é um monte alentejano, o monte do Seisseiro.
Quem se desloca de Évora para Viana, um pouco antes desta vila depara-se com o monte, em estado de degradação.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Pórtico e Veleiro

Depois de uma pausa, dediquei algumas horas à pirogravura e elaborei este pórtico de uma casa da vila de Viana do Alentejo.
Antes, tinha feito um veleiro também em pirogravura.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Centro de mesa


De volta ao baú das recordações, trago-vos hoje um centro de mesa.
A base é uma peça em madeira, contendo uma vela e  flores em 3D, feitas em folha de estanho.
Este está decorado com fita dos arranjos florais.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Trabalhos em pirogravura



Mais três trabalhos em pirogravura, feitos recentemente e antes de ter decorado a garrafa do post anterior.
Como se diz cá pelo Alentejo, "enquanto o pau dá é que se lhe tira a casca", quer isto dizer que estive tanto tempo parado e com falta de motivação, mas agora até nem pareço alentejano, todo o tempinho livre já  não é para descansar mas sim para fazer estes trabalhos.

Interior do castelo de Viana

Brasão do Comando de Polícia de Évora

Pirata das Caraíbas

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Garrafa


Já havia muito tempo que, tinha esta garrafa para decorar, mas só agora tive força de vontade para realizar este trabalho.
Foi rápido e vejam o efeito que, dá à garrafa.
Talvez o próximo seja a decoração de uma jarra.
As fotos mostram as aplicações que foram feitas e a garrafa decorada com as mesmas.




sábado, 26 de dezembro de 2009

Natal


Ora bem, conforme foi dito no post anterior, começo por colocar alguns trabalhos que encontrei em arquivo.
Como não podia deixar de ser e ainda estamos na quadra natalícia aqui ficam umas velas enfeitadas com anjos.
Aqui podem ver a diferença uma vela tem o anjo feito com traço duplo e a outra o anjo é simples.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Ponto Final

Depois de andar vasculhando os meus arquivos, encontrei um tabuleiro igual e já com moldura, que coloco para verem o efeito final.
De salientar que este difere no efeito dos estâmes que coloquei nas flores, assim podem ver a diferença.
Também encontrei alguns trabalhos que executei e já não me lembrava deles, alguns que ofereci e outros que vendi, mas procurei sempre tirar fotos a todos os trabalhos.
Portanto os posts seguintes, serão esses trabalhos, alguns são mesmo de principiante, foram feitos quando me iniciei no estanho.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Quase final

Depois de terminar o tabuleiro, demorou até  publicar o post relativo ao trabalho de acabamento, o tempo vai sendo pouco para muita coisa a fazer, mas estamos quase no fim.
Quero agora salientar um promenor, que é nada mais do que uma experiência minha, a conjugação de outros materiais ou artigos na compilação deste trabalho, esses materiais são estâmes, usados mais nos trabalhos em 3D.
Como o trabalho é para ficar em casa não se perde nada e o efeito é o que se segue na foto.
Quanto à moldura do tabuleiro, foi prometido que estará pronta lá para a Páscoa, isto por falta de material.

De volta ao tabuleiro

Preparação para a recta final


Depois do trabalho moldado, é hora de preenchermos, com massa, as concavidades do lado avesso, para dar resistência ao trabalho para este não se amolgar.

Antigamente aplicava-se cera misturada com pez, mas as coisas vão evoluindo e agora usa-se massa para tapar gretas nas paredes, é uma massa leve e fina, que depois de secar fica dura e resistente.

Podem ver nas fotos seguintes a massa e a espátula para aplicar a mesma.



Depois da massa secar, lixa-se para retirar o excesso, de maneira a superfície ficar lisa.

Seguidamente deve passar-se o trabalho, pelo lado direito, com um algodão embebido em acetona, para retirar algumas impurezas.

Na foto seguinte pode ver quais os materiais que irão ser aplicados no próximo passo.



Agora temos o trabalho preparado para lhe aplicar a patine, com um algodão embebido em patine, espalhamos uniformemente por todo o trabalho até o mesmo ficar todo escuro como a foto que se segue.


(A patine é um ácido, pelo que se aconselha a utilizar luvas, durante esta operação)


A seguir, também com um algodão retira-se o excesso da patine, depois é a vez de aplicar outros materiais, o polimento e o abrilhantador.

Estes produtos em bisnagas, são aplicados no trabalho, primeiro o polimento, depois o abrilhantador, espalha-se um pouco de polimento com uma flanela, vai-se limpando com a flanela para tirar o preto da patine, fica pronto quando se passa a flanela e esta já não fica suja (preta).

(A flanela, quando vai ficando suja, deve ser renovada, para isso deve-se comprar em quantidades, nos mercados é barato, depois corta-se ás tiras para utilizar na limpeza do trabalho, pois não deve ser reutilizável).


Assim fica o trabalho depois de limpo com o polimento.


Agora é a vez de aplicar o abrilhantador, procede-se da mesma maneira como com o polimento, limpando com a flanela até esta não ficar suja, ou ficar pouco suja.

Esta fase está completa e o efeito é o que se pode ver na foto seguinte.


(Neste momento deixem-me dar umas dicas sobre os produtos que, aqui são aplicados e por vezes difíceis de adquirir).


Em vez da massa para tapar fendas nas paredes que, se pode adquirir nas grandes superfícies de bricolage, podemos usar cera misturada com pez, derretem-se na proporção de 3 partes de cera e uma de pez.

Depois de usar a patine, em vez do polimento pode usar-se o limpa metais da Duraglit, usando finalmente um verniz próprio para estanho.

Assim chegou a hora de recortar o trabalho, com um cortador e com o trabalho em cima do vidro, iniciamos o recorte, com calma, com alguma pressão e precisão recortamos os pedaços que devem ser recortados e cujo efeito será o que se vê nas fotos seguintes.

Depois de todo recortado.



Os trabalhos deste género, por mim elaborados, têm sempre por base o linho que, dá um toque mais fino e fica mais apresentável.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Surpresa


Queria fazer uma surpresa mas, devido a certas circunstâncias não foi possível. No entanto aqui fica o trabalho que realizei para uma amiga virtual.
Brevemente porei alguns posts relativos ao tabuleiro que estou fazendo e que está quase terminado.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Continuação


O passo seguinte é passar os traços que faltam, mas estes são passados pelo lado do avesso.


Coloca-se o trabalho em cima da camurça e passam-se os traços mesmo por cima de maneira a dar-lhes volume do lado direito.

 
 
 
 
   
 

Depois de todos passados, volta-se o trabalho e em cima do vidro acompanham-se os traços de um lado e do outro, o efeito será o da foto seguinte.





Depois deste passo vamos começar a dar forma ás folhas e ás flores, para isso devo de explicar que, as nervuras principais das folhas são feitas pelo lado direito todas as outras são feitas pelo lado do avesso. Mais umas imagens para verem o efeito das nervuras nas folhas.









domingo, 22 de novembro de 2009

Continuação do tabuleiro



Passo seguinte
Com o desenho colocado por cima do estanho e este por sua vez em cima da camurça ou de uma revista, vamos passá-lo com lápis de grafite mas não com grande pressão, pois a intenção é mesmo só marcar o desenho na folha de estanho.


A maneira de executar um bom trabalho é manter o traço firme e certo, quando se levanta o bico do lápis, deve-se recomeçar do sitio onde terminou, não se deve ir buscar o traço mais atrás para não fazer marcação paralela.
Foto2

Foto3

Depois de passar todo o desenho e antes de descolar o papel, devemos verificar pela parte de trás se o mesmo está todo passado para o estanho. Olhando de um lado e do outro poderemos certificarmo-nos de não falta traço nenhum.


O aspecto será como o que se pode ver na foto3.

Depois de descolar o papel do desenho, colocamos o estanho de novo em cima da camurça e passamos os motivos principais, isto é, as flores, as folhas e barra circundante, com o lápis de ponta de teflon, nos outros traços não lhe mexemos por agora.

Foto4















Seguidamente retiramos a camurça e começamos a trabalhar o nosso tabuleiro com o lápis de teflon em cima do vidro e pelo lado do avesso. O efeito é o que se pode ver na foto 5 e 6.

Eu a partir de agora referir-me-ei ás faces do trabalho como lado direito e avesso.

Faço agora um alerta e irei alertando de vez em quando, para a maneira de trabalhar na camurça ou revista e em cima do vidro, isto é: Trabalhar na superfície mole ou na superfície dura.
Se nos enganamos, em vez de superfície dura for na superfície mole, podemos danificar o trabalho.

Foto5


Foto6            

Depois de concluído este último, pode ver o efeito que fica no lado direito e avesso, nas fotos 7 e 8 respectivamente.
Foto7                                                                                  
 
Foto8



quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Tabuleiro em estanho - como fazer

Ora vamos então começar o nosso trabalhinho conforme o que anteriormente aqui foi dito.
Em primeiro lugar devemos arranjar os materiais necessários que são os que se podem ver na foto.

Uma camurça, na falta desta pode ser uma revista velha, o estanho necessário para realizar o trabalho, um lápis normal com o bico não muito afiado, um lápis de ponta de teflon (plástico), eu uso o que está na foto que é próprio para trabalhar a folha de prata e ouro, mas na falta deste pode fazer-se o trabalho com o lápis normal e com o bico sem estar afiado, mais rombo.

Há também os tecs em ponta de teflon e outros em metal, que podem dar uma ajuda durante a elaboração dos trabalhos.

Não podemos deixar de lado os esfuminhos, que são lápis em papel e de várias grossuras, que servem para dar volume ao estanho.

Para servir de base ao nosso trabalho aconselho o uso de um vidro do tamanho de uma folha A3, porque o vidro é uma superfície resistente e pode manter-se limpa de impurezas ou quaisquer outras imperfeições que possam estragar o trabalho e também para não danificarmos a mesa.

O primeiro passo é colar, com 3 ou 4 tiras de fita -cola, o desenho à parte direita da folha de estanho.

O estanho tem duas faces diferentes, a direita que é mais brilhante e num tom amarelado, esta é a que deve ficar para cima, a outra é mais cinzenta, cor do chumbo, mas também tem brilho. Há no entanto a salientar que há estanho que é igual dos dois lados.

Depois de colar o desenho no estanho coloca-se em cima da revista ou da camurça passa-se o desenho com o lápis mas, não fazendo muita pressão, só mesmo para deixar o desenho marcado no estanho.O trabalho deve ser sempre iniciado a partir do meio para as pontas, porque o estanho tem tendência a dilatar.

Antes de se descolar o desenho deve-se ver pela parte de trás do estanho se o desenho ficou passado na totalidade ou se faltou alguma parte, só depois de nos certificar-mos é que descolamos o papel do estanho mas com cuidado.

Quando se tem dificuldade em ver qual a parte do desenho que está passada, pode utilizar-se para o efeito em vez do lápis de grafite um lápis de cor, por exemplo encarnado, assim é mais fácil ver os caminhos que já percorremos

E pronto o primeiro passo está dado.

Nota: Algum passo que me possa esquecer assim como alguma dica, eu irei abordá-los nos posts seguintes fazendo referência.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Santuário da Senhora de Aires


Santuário de Nossa Senhora de Aires, situado na vasta planície alentejana a cerca de 2 Km da vila de Viana do Alentejo. Foi o primeiro trabalho que executei durante umas aulas de aperfeiçoamento com Ana Ramalho.

A partir de agora vou tentar explicar e mostrar passo a passo como se faz um trabalho em folha de estanho, o trabalho vai constar de um tabuleiro com richelieu.
Conforme for fazendo o tabuleiro irei colocandos aqui no blog fotos com descrição da sequência do trabalho.
Espero ser o mais explicito possível, mas se alguém tiver dúvidas como geralmente acontece não se inibem e contactem-me por e-mail: - jrealista@sapo.pt ou telm: 965255428.
Também podem tirar algumas duvidas através do site: http://www.artestanho.no.sapo.pt/